sexta-feira, 28 de setembro de 2012

HOMENS IGUAIS?


Beatriz

Pois é!
Uma frase que é repetida constantemente, pelas mulheres
OS HOMENS SÃO TODOS IGUAIS!

Uma pergunta repetida pelos homens:
SE OS HOMENS SÃO TODOS IGUAIS, PORQUE É QUE AS MULHERES ESCOLHEM TANTO?
Uma coisa que temos que entender é que:

Mulher é algo muito especial. Não é para ser explicada, aliás, não dá para tentar explicar.
Não é so o homem que elas escolhem tanto. Você já foi a uma loja de calçados, com uma mulher?
Duas, três duzias de sandálias. Escolhem, escolhem...
Quando acabam comprando, compram a primeira que experimentaram. Dá para explicar?
E quando se arrumam para sair?
Duas, três horas. Experimentam um vestido, logo tiram e vestem uma saia... Escolhem uma blusa que combine, e tudo bem.
- Está pronta, amor?
- Ainda não! (o sapato não combinou!)
Tiram a saia e a blusa, pegam uma calça comprida, mudam para um longo, voltam no vestido, repassam pelas 25 outras peças...
O restaurante já está fechando, quando ela, finalmente, definiu que roupa vai usar.
Agora, só falta a maquiagem... 15 minutos... 20 minutos...
- Bem hêêêêêê, Este batom está bom ou está muito forte? E eu respondo, depois de um olhar apaixonado:
-Você está linda!
Não é suficiente... 
Mais meia hora, lá estamos nós, ligando o carro para chegarmos atrasados a mais um compromisso.
Mas, ela está tão linda... Tão cheirosa...

Abraço
Velho Pescador





Neymar, o Messias?



Escrito por Felipe Melo | 27 Setembro 2012

É nosso direito – e, sobretudo àqueles que abraçam a fé cristã, um dever – manifestar nosso repúdio.
Recentemente, uma série de distúrbios seríssimos estourou no Oriente Médio e cercanias em virtude de um filme caseiro que fazia troça de Maomé e dos muçulmanos. Aproximadamente uma centena de pessoas foram mortas nos protestos que rasgaram o mundo islâmico – inclusive o então embaixador dos Estados Unidos na Líbia, Chris Stevens –, centenas de milhares de pessoas foram mobilizadas por clérigos islâmicos para mostrar a sua revolta de modo sangrento, e os velhos discursos contra o “Grande Satã” do Ocidente ecoaram novamente com força total. Curiosamente, a tradução e divulgação do filme no mundo islâmico foi promovida justamente por grupos radicais.
A celeuma estava pronta. Diversas lideranças mundiais condenaram tanto o filme (bobo e de muito mau gosto) quanto sua instrumentalização pelos líderes islâmicos, o diretor do filmeco teve o nome e o endereço divulgado pelas autoridades americanas, diversas ações judiciais correram o mundo, inclusive no Brasil, para proibir seu acesso, e, como sói acontecer, a turma de plantão do pluralismo e tolerância rosnou junto com os radicais.
                                                  Agora, vejam a imagem abaixo:


Essa, senhoras e senhores, é a capa da edição de outubro da revista Placar. Para qualquer pessoa com um mínimo de senso das coisas, essa capa parece desnecessariamente apelativa. Por quê? Ela nivela duas figuras essencial e completamente diferentes: endeusa alguém à custa da secularização de Alguém que, para 1/3 do gênero humano, é Deus feito homem. Comparar Neymar a Jesus Cristo, sobretudo da forma como isso foi feito, é, no mínimo, uma maneira bastante discutível de aumentar as vendas de uma revista – o que parece ser o único desejo da editora em questão. Para muitas pessoas, e eu me incluo nessa conta, essa capa não é apenas inadequada, mas despropositadamente ofensiva.

Decerto não veremos o Papa Bento XVI ou qualquer outro líder cristão de importância mundial conclamando uma guerra santa contra a revista, nem haverá aglomerações de pessoas em passeata atirando para o alto e atacando a polícia, muito menos matando qualquer pessoa, por conta dessa capa lamentável. Mas engana-se quem pensa que devemos ficar simplesmente passivos diante de algo aparentemente sem importância: é nosso direito – e, sobretudo àqueles que abraçam a fé cristã, um dever – manifestar nosso repúdio.

Acessem a página da revista Placar em que se encontra a notícia da capa e deixem seu comentário. Divulguem para outras pessoas e peçam que façam o mesmo. Não deixem isso passar em branco. E vamos esperar para ver se nossos amigos politicamente corretos dedicarão suas excelsas atenções a esse fato.


Felipe Melo edita o blog da Juventude Conservadora da UnB.


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Aposentadoria!



Mal Posso Esperar a Aposentadoria! 
Por Jim Mathis

Vivemos tempos interessantes nos negócios e como profissionais. Faço parte de uma geração apelidada de "Baby Boomers" (geração pós-Segunda Guerra, vista como geração de choques e conflitos; NT), para quem o principal objetivo do trabalho era se aposentar.

Foi o que ouvi em uma conversa durante uma festa. Um homem perto da aposentadoria comentou que mal podia esperar o dia de demitir-se do trabalho. Disse odiar o trabalho e que só continuava indo todos os dias porque precisava de dinheiro. Pensei: "Que triste maneira de viver!"

Como passar a vida odiando aquilo em que gasto a maior parte do meu tempo?
Há tipos de trabalho mais gratificantes do que outros. Houve situações quando o trabalho que fazia não era encorajador, mas ao conhecer e interagir com pessoas que encontrava diariamente, tornou-se fonte de inspiração.

Quando ouço pessoas falando de forma nostálgica sobre aposentadoria, penso sobre o valor intrínseco do trabalho. Existem na Bíblia referências sobre a nobreza do trabalho. Colossenses 3.23, ensina que devemos colocar nosso coração em tudo que fazemos. Em última análise, diz que "trabalhamos para Deus".

O livro de Eclesiastes faz admoestações sobre trabalho árduo, mas com diversão. Eclesiastes 3.22 diz: "Assim que tenho visto que não há coisa melhor do que alegrar-se o homem nas suas obras, porque essa é a sua porção; pois quem o fará voltar para ver o que será depois dele?" A versão, "A Mensagem", diz: "Então eu entendi que não há nada melhor para nós, homens e mulheres, que ter um bom momento durante tudo o que fizermos – e isto será nosso quinhão’’. Deus projetou o trabalho para ser apreciado.

Provérbios 22.29 afirma: "Viste o homem diligente na sua obra? Perante reis será posto; não permanecerá entre os de posição inferior." Você pode dizer que o segredo do sucesso é fazer um trabalho bem feito e, em seguida, mostra-lo as pessoas. Hoje chamamos isto "produto e marketing." Creio que para persuadir as pessoas a comprá-lo a ênfase deve ser dada ao produto e não ao esforço. Em outras palavras: "fazer coisas boas." Se você fizer isso, você não terá problemas em vendê-lo.

Há pouca orientação nas Escrituras sobre aposentadoria. A palavra é usada raramente e seu significado é "retirar". Será que o objetivo principal do trabalho é chegar ao momento quando se pode retirar da vida produtiva? A única referência na Bíblia a aposentadoria diz respeito aos Levitas, sacerdotes instruídos a se aposentar com 50 anos, mas mesmo assim eles deveriam continuar ajudando os sacerdotes mais jovens.

A ideia de se aposentar como a conhecemos hoje é um fenômeno recente, do século XX, provocada pela expectativa de vida mais longa da Revolução Industrial. Somente nos últimos 60 anos é que a aposentadoria se tornou algo aspirador. Algumas gerações atrás era vista como "velho demais para trabalhar" ou "posto para escanteio".

A menos que você esteja pronto para ser colocado para escanteio, aprenda a apreciar seu trabalho!

MANÁ DA SEGUNDA
www.cbmc.org.br           
24 de setembro de 2012
Quinze anos servindo as comunidades empresarial e profissional


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

COMPRANDO UM MILAGRE



Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão.

Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes.
Precisava saber exatamente quanto tinha. Não podia errar.

Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio.

Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão. E funcionou!

- O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos, explicou ele sem esperar uma resposta.

- Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre.

- Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico.

- O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre.

- Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo.

- Eu tenho dinheiro! Se não for suficiente vou conseguir o resto. O senhor só precisa me dizer quanto custa.

O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava.

- Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro.

- Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande.

- Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso.
- Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos!

Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse:
- Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais. Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa..

Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa.

Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa:

- Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria?

A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

O milagre começou com a decisão de procurá-lo.
Você precisa de um milagre? Corra atrás.

Deus quer fazer um milagre em você.
Abraço.
Extraido

Exagerada!

Pois é! Tem um monte de histórias de pescador, e muitos dizem que é mentira, mas eu me calo. Quem sou eu para julgar?  Hoje eu...